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Jovens empreendedores terão assessoria, mentorias e apoio financeiro para resolver problemas de suas comunidades.

Jovens empreendedores terão assessoria, mentorias e apoio financeiro para resolver problemas de suas comunidades.

Já pensou em ter um grupo de mentores apoiando o seu projeto de vida? Em ter o suporte técnico e financeiro para impulsioná-lo e ainda garantir a dedicação do seu time? Saber que não estão sozinhos é o sonho de muitos empreendedores. E realizá-lo faz parte da fase Apoio a Empreendimentos do Pense Grande, programa da Fundação Telefônica Vivo que tem como objetivo desenvolver o empreendedorismo social entre os jovens.

Neste ano, o edital de seleção foi ampliado e aberto a jovens de 15 a 29 anos, residentes em São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife, Santarém, Santa Cruz Cabrália e Vale do Jequitinhonha. Dentre as 86 iniciativas inscritas, 50 foram escolhidas para a etapa seguinte: um mês de capacitação online, com entregas de desafios, acompanhadas por assessoria para resolver dúvidas. A partir daí, uma banca composta pela Aliança Empreendedora e pela Fundação Telefônica Vivo, parceiras na execução do projeto, selecionou 15 iniciativas para participar da Incubação 2016.

Com duração de 10 meses, esta etapa oferece aos jovens empreendedores: sessões semanais de assessoria online, envolvendo tanto temas transversais a todos como atendimento a necessidades particulares; imersões para a construção de rede entre eles, com formações e dinâmicas para desenvolver competências empreendedoras (visão de futuro, autoconhecimento, mão na massa etc.); assessorias presenciais, nas quais o assessor visita o negócio in loco, e mentorias.

Há também o apoio financeiro, que envolve uma bolsa mensal, como incentivo à dedicação do empreendedor ao projeto, e um investimento de capital no negócio para que ele seja alavancado. A proposta é que os novos empreendedores possam optar por continuar existindo e se desenvolvendo, preparando-se para uma aceleração ou uma captação junto a um fundo de investimentos. Todo o processo está permeado pela intenção de empoderá-los para resolver um problema da sua comunidade ou ainda maior, a depender da sua vontade.
O diretor artístico e pedagogo Hudson Batista, empreendedor da Movanos – Movimento Nosso, pretende, por meio das artes cênicas, difundir temas da história e da cultura afrobrasileira nas escolas. Faz parte de sua proposta criar oportunidades para atores negros e enfrentar o racismo neste contexto.

Encontrar uma linguagem lúdica que atenda ao público de crianças e jovens e pensar em clientes e produtos sem descartar o processo humano são temas de inquietação para ele e seus sócios, Lu Fortunato (diretor executivo e dramaturgo) e Victor Rodrigues (produtor executivo assistente). “Uma coisa vai puxando a outra”, diz ele, lembrando uma frase de referência para o seu time: “o lugar no qual eu me encaixo não existe até que eu o crie”.

Na visão de Edson Júnior, criador da plataforma Doador Online, o processo de desenvolvimento do empreendedor está ligado a uma constante superação pessoal: “amadurecemos nossas habilidades, aprendemos com as experiências de superação, garra e dor dos representantes dos outros projetos, além de sermos estimulados a refletir sobre a nossa caminhada até aqui”.
Embora já tenha um protótipo em funcionamento, ele quer aprimorar funcionalidades e aspectos visuais e atrair mais recursos para investir em equipamentos. O funcionamento 24h e a localização eficiente de doadores são os diferenciais do projeto.

O lema de Aldo Kiusi, co-criador da Tipiti, é renovar sempre. A iniciativa, um canal de entrega de produtos do Pará aos nativos residentes em outros estados, surgiu após a participação no Beiradão de Oportunidades, realizado pela ONG Saúde e Alegria, em Santarém. Desde então, ele vem aprimorando a ideia: “resolver tanto um problema do cliente, que pode consumir um produto da própria terra em qualquer lugar do Brasil, mantendo-se próximo de suas raízes, como das comunidades e produtores da Amazônia, com quem trabalhamos em parceria”.

Da incubação, destaca a possibilidade de correr atrás do que é próprio e a convivência e a troca com outros empreendedores. “Estamos com outra cabeça sobre o projeto e sempre será assim! Como ouvi do líder de outro projeto, empreender é estar sempre insatisfeito para querer mudar e fazer melhor”, conclui.
Conheça mais sobre a iniciativa no site da Fundação Telefônica Vivo.

15 finalistas participam da etapa de Incubação do programa Pense Grande. Confira!
15 finalistas participam da etapa de Incubação do programa Pense Grande. Confira!