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Fundação Telefônica Vivo é parceira neste novo centro de inovação para estudantes que aprofunda conhecimentos em cultura maker, programação, robótica e modelagem 3D

#Parcerias

Foto mostra um grupo de pessoas reunidos no dia da inauguração do Centro de Inovação da Educação Básica Paulista (CIEBP),

Foi inaugurado no início de novembro o primeiro Centro de Inovação da Educação Básica Paulista (CIEBP), onde alunos da rede pública estadual poderão idealizar projetos e receber mentorias, trabalhando conceitos de cultura maker, programação, robótica e modelagem 3D. A Fundação Telefônica Vivo, em parceria firmada com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, promoveu uma formação com foco em cultura digital para os professores que atuarão no centro.

O objetivo é desenvolver o protagonismo dos estudantes com atividades mão na massa, além de ressignificar espaços ociosos em escolas. Serão trabalhados de forma transversal temas como robótica e programação, contando com a utilização de equipamentos como impressoras 3D para projetos específicos no contraturno. A ideia é fortalecer cada vez mais uma educação alinhada às demandas do século XXI.

A primeira unidade do CIEBP, que poderá atender até 1.200 pessoas por dia, funciona no prédio da EE Professora Zuleika de Barros Martins Ferreira, na zona oeste da capital paulista. Até 2022, o Estado de São Paulo deverá contar com 15 centros de inovação.

Débora Garofalo, gestora de tecnologia da secretaria e coordenadora do CIEBP, aponta como um dos diferenciais a integração com toda rede estadual de ensino, possibilitando que estudantes potencializem seus trabalhos e tirem dúvidas sobre como começar dentro do componente de Tecnologia e Inovação do Programa Inova Educação.

“Outro grande aspecto está no campo da inovação. Temos aqui um hub de inovação preparado para orientar e dar mentorias, mas também para construir diálogos com as melhores startups e solucionar problemas da educação. É muito importante para potencializar ações e democratizar o acesso à inovação e à tecnologia”, afirmou.

O centro está funcionando presencialmente, respeitando normas de distanciamento social devido à pandemia. Segundo a coordenadora, algumas trilhas estão sendo desenvolvidas de forma híbrida, com os estudantes tendo acesso a atividades a distância a cada 15 dias.

Luciana Scuarcialupi, coordenadora de projetos sociais da Fundação Telefônica Vivo, enaltece a importância de apoiar os professores e, por consequência, ajudar os estudantes a lidarem com tecnologias exponenciais e as demandas de um mercado cada vez mais voltado para a inovação.

“Qualificar a formação de professores ajuda na melhoria da educação do país. Quando a gente tem um centro de inovação equipado, damos alguns passos além para o que será repassado aos jovens lá na ponta. É um espaço que vai potencializar o aprendizado e a colocação desse jovem no futuro”, afirma.

Formação continuada aliada à cultura digital 

A formação “Tudo Junto e Misturado: A Cultura Digital como caminho para o empoderamento e empregabilidade” teve carga horária de 30 horas e foi dividida em seis módulos. Os 17 professores e quatro técnicos da secretaria estadual de educação realizaram uma imersão em assuntos como scracht, robótica sustentável, programação, desenvolvimento de protótipos e trabalhos com impressora 3D e cortadora a laser.

O conteúdo envolveu pensamento computacional, programação desplugada e programação em blocos, seguindo a trilha de cultura digital dos cursos da Escolas Conectadas, plataforma de formação continuada que é parte do ProFuturo, principal programa global de educação da Fundação Telefônica, criado em parceria com a Fundação ”na Caixa”.

“Foi uma troca muito significativa. Nossa atuação vai continuar nesse apoio para as mentorias que serão realizadas nos centros de inovação”, afirmou Mônica Mandaji, do Instituto Conhecimento para Todos, parceiro executor da Fundação Telefônica Vivo e responsável pela condução do curso.

Centro de inovação fortalece a cultura digital na rede pública em SP
Centro de inovação fortalece a cultura digital na rede pública em SP