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Ser voluntário também se reflete em uma carreira profissional bem-sucedida e prazerosa, afirma especialista.

Ser voluntário também se reflete em uma carreira profissional bem-sucedida e prazerosa, afirma especialista.

“O que é ser voluntário para você?” Desde meados de abril, nossa página no Facebook convida os leitores para responder à pergunta. “É estar disposto a contribuir por um mundo melhor e mais justo, colaborando com uma cidadania plena”, escreveu Lúcia Laranjeira Vilar. “É ajudar sem esperar nada em troca”, acredita Adelina Aparecida. “Ser voluntário é se sentir um pouquinho ‘super-herói’ na vida das pessoas, podendo fazer transformações que, aos nossos olhos, são tão simples, mas que para quem está recebendo é uma colaboração essencial e muito importante”, diz a leitora Vera Susi.

A preocupação como a temática é uma das principais premissas da Fundação Telefônica Vivo. O Programa de Voluntariado convida seus colaboradores a se engajarem na causa por meio de trabalhos sociais voltados a populações vulneráveis. A inciativa é composta por diversos movimentos globais – como as vacaciones solidárias e recente a campanha de crowdfunding #ContigoEquador, criada a fim de ajudar às vítimas do terremoto no país.

Para repensar práticas e propor novas ideias, no último dia 17 de junho, em São Paulo, foi realizado o encontro do Comitê do Programa de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo, com a presença de 76 líderes de 39 cidades brasileiras. Além da capacitação de governança, o intuito do encontro era potencializar ainda mais a força desses líderes em temas como o uso de tecnologias em projetos sociais, mobilização, gestão de projetos e crowdfunding.

“O voluntariado desenvolve a questão da visão de mundo, e, se você ajuda a desenvolver algum trabalho neste meio, significa que você tem algo a mais a oferecer”, explica a especialista em comportamento no trabalho, Daniela do Lago, autora do livro Despertar Profissional. E não é ditado dizer que “ajudar é ser ajudado”. Quem é voluntário, como Lorenço Menezes Vieira, colaborador da Fundação na área de produção de vídeos para o Canal Vivo TV (história que contamos recentemente aqui no site) confirma: o bem-estar de estender a mão ao próximo se reflete no dia a dia como um todo. E ajuda, claro, no rendimento do trabalho.

“Cada vez mais as empresas buscam profissionais capacitados para lidar com pessoas e com problemas sociais, encontrando na flexibilidade, na empatia e no amor ao próximo, soluções para reverter os não tão positivos quadros sociais presentes no mundo em que vivemos hoje”, completa Daniela, que também é professora dos cursos de MBA da Fundação Getúlio Vargas.

Estima-se que mais de 140 milhões de pessoas são voluntárias em todo o mundo. No Brasil, de acordo com artigo de André Trigueiro, jornalista e professor de jornalismo ambiental na PUC-RJ, contamos com 16,4 mil voluntários. Mas o número ainda é pouco. “São tantas as causas urgentes do Brasil que fica difícil enumerar todas as instituições (religiosas, educacionais, ambientalistas, esportivas, de saúde, de inclusão social, de combate ao preconceito etc.) que fazem a diferença graças ao precioso auxílio dos voluntários”, escreve Trigueiro.

Aumentar o compromisso cidadão é uma tarefa que cabe a todos nós. Se juntos somos mais fortes, sabemos, como afirmou Trigueiro em seu artigo para o Portal G1, que os principais beneficiados são aqueles que se doam. Confira mais detalhes da Política de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo e participe!

Como o voluntariado transforma a rotina de profissionais engajados na mudança social
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