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Direcionado a educadores, o curso busca introduzir o propósito e a relevância das habilidades socioemocionais para o desenvolvimento dos estudantes

#Cursos#Educação#Escolasconectadas

Imagem mostra uma educadora utilizando um notebook. Ela usa blusa azul, tem cabeços compridos, está sorrindo. Sobre a mesa, é possível ver o notebook além de um copo com vários lápis ou canetas.

Aprender a conviver em comunidade é um dos pilares que sustentam a educação do século XXI. Ao passo que, para construir conhecimento, é preciso aliar desenvolvimento cognitivo e socioemocional. Afinal, é a partir da interação com os pares que aplicamos os conteúdos no dia a dia. Nesse sentido, o período de distanciamento social, necessário por causa da pandemia, acendeu um sinal de alerta para a educação socioemocional. Tendo em vista o seu impacto na saúde mental de alunos e professores, passou a ser cada vez mais difícil separar o desempenho acadêmico do bem-estar emocional.

Em outras palavras, os resultados de aprendizagem vão depender de um currículo que priorize a formação integral dos indivíduos. As competências socioemocionais nem sempre encontram espaço na grade regular das escolas, ainda que estejam contempladas pela Base Nacional Comum Curricular.

Pensando em oferecer ferramentas para que os profissionais da educação incluam atividades pedagógicas para lidar com as emoções dos jovens, a plataforma Escolas Conectadas lançou o curso “Educação Socioemocional: aprendizagens-chave”.

O curso busca introduzir o propósito e a relevância das habilidades socioemocionais para o desenvolvimento dos estudantes do século XXI. Além disso, a formação propõe formas de direcionar dinâmicas que favorecem as relações interpessoais em sala de aula. O curso possui carga horária de 12 horas e é oferecido na modalidade autoformativa.

Educação socioemocional: da teoria à prática

Dividido em três módulos, o curso começa com uma discussão sobre a relevância da educação socioemocional para as instituições de ensino. Conforme avança, passa a abordar os diferentes aspectos da inteligência emocional e traz os primeiros estudos sobre o impacto da saúde mental na educação.

Em seguida, a formação estabelece uma conexão entre as diretrizes curriculares da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as teorias estudadas no módulo anterior.

Por último, são apresentadas atividades que simulam possibilidades de aplicação prática das competências socioemocionais. Dessa forma, o professor pode se apropriar de estratégias interdisciplinares e adaptá-las para todas as etapas de ensino.

Por que a formação é relevante para o contexto atual?

De acordo com a pesquisa Juventudes e a Pandemia de Coronavírus, mais da metade dos estudantes entrevistados relataram ter desenvolvido ansiedade, esgotamento mental ou distúrbios ligados à saúde mental durante o período de isolamento social.

Sendo assim, trabalhar competências socioemocionais pode ajudar os jovens a reconhecer e expressar esses sentimentos dentro e fora da escola. Como resultado, a aprendizagem cognitiva passa a contar com um conjunto de habilidades que vão desde a autorregulação emocional até a colaboração.

A partir do curso Educação Socioemocional do Escolas Conectadas, o educador também tem a chance de desenvolver essas competências no âmbito pessoal e profissional. Ao praticar o autoconhecimento, o processo de ensino-aprendizagem é favorecido por estratégias mais conectadas com as necessidades individuais e coletivas dos estudantes.

Educação socioemocional é tema do novo curso do Escolas Conectadas
Educação socioemocional é tema do novo curso do Escolas Conectadas