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Em sua quarta edição, festival aposta em atividades práticas e na interação entre participantes para falar sobre como tecnologia e inovação impactam positivamente a sociedade.

Em sua quarta edição, festival aposta em atividades práticas e na interação entre participantes para falar sobre como tecnologia e inovação impactam positivamente a sociedade.

Imagine pessoas com desafios cotidianos se encontrando em espaços de livre participação, para trocarem experiências e entenderem como a tecnologia e outras ferramentas inovadoras podem ser usadas para solucionar demandas e impactar entornos. Agora imagine que elas estejam concentradas em um festival, onde atividades como rodas de conversa, painéis com especialistas e mutirões potencializassem essa interação. Esse será Festival Social Good Brasil, que acontece nos dias 4 e 5 de novembro em Florianópolis (SC).

Após três anos seguindo o formato de seminário, os idealizadores optaram por transformar os dias de encontro em um grande festival, possibilitando maior interação entre o público e também ofertando atividades mais práticas. “Além dos palcos e da dinâmica de seminário acontecerão intervenções artísticas e oficinas para que os participantes possam colocar a mão na massa. Isso foi uma demanda do público que estamos atendendo”, explica Carolina de Andrade, diretora executiva do evento.

A cada edição o Social Good Brasil se debruça sobre uma temática diferente, sempre permeada pela tecnologia e inovação social. Em 2016, o tema eleito é o futuro. A proposta é que os participantes reflitam sobre como ações tomadas agora podem impactar as próximas gerações, tornando-as mais conectadas e igualitárias. “Escolhemos olhar para tendências do futuro e o que está sendo desenvolvido globalmente em termos de novos modelos de organização, formas de trabalho, voluntariado e protagonismo”, complementa Carolina. “O que podemos fazer para começar a trabalhar esse futuro desejado, é isso que vamos discutir”.

Dylan Hendricks, diretor do Institute for the Future (EUA), uma das maiores referências em transformar perspectivas de futuro em ações relevantes para o presente, é um dos palestrantes do evento. Monique Evelle, criadora do Desabafo Social, uma rede de transformação social e educação para jovens de periferia, e Darlene Damm, membro da Singularity University, que trabalha na melhora de tecnologias para resolução de problemas sociais, são outras especialistas confirmadas. As atividades realizadas nos painéis serão exibidas via streaming.

A Fundação Telefônica Vivo é apoiadora do evento e compartilhará sua experiência em empreendedorismo social para a juventude e também em projeções de cenários futuros. Luis Guggenberger, gerente de inovação social, será facilitador de rodas de conversas e oficinas. Ele apresentará o Pense Grande, iniciativa voltada para jovens de 14 a 29 anos com o objetivo de difundir a cultura de empreendedorismo de impacto social com tecnologia digital para jovens brasileiros, especialmente os que vivem nas periferias. O gerente falará também sobre o estudo Visões de Futuro +15, uma inovadora ferramenta de projeção que mapeia tendências para os negócios de impacto social.

Como nos anos anteriores, o Festival Social Good premiará iniciativas inovadoras que fizeram parte do Social Good Lab, um laboratório que ajuda a colocar em pprojetos que usam as tecnologias e novas mídias para melhorar o mundo. Em 2015, os três ganhadores foram a plataforma Cientista que Virou Mãe, sobre empoderamento feminino, o aplicativo Letras de Médico, para facilitar a leitura de receitas médicas e o Projeto Praças, que engaja pessoas em mutirões de revitalização de espaços públicos.

Acompanhe o evento por streming. Inscreva-se em: sgb.org.br/festival-sgb

Festival Social Good Brasil debate o futuro do empreendedorismo social
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