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A Fundação Telefônica promove o Seminário Fundação Telefônica de Inovação Educativa. No evento serão apresentados os resultados de uma pesquisa inovadora!

A Fundação Telefônica promove seminário sobre inovação educativa

A Fundação Telefônica promove, nesta quarta-feira, dia 15, o Seminário Fundação Telefônica de Inovação Educativa. Durante o evento, serão apresentados os resultados de uma pesquisa sobre inovação em educação com o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), realizada pela Fundação Telefônica, em parceria com o IDIE – Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa, da OEI – Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura.
A pesquisa partiu da revisão bibliográfica e conceitual sobre inovação tecnoeducativa e identificou experiências inovadoras no Brasil, que em especial fizessem uso de internet, celular, audiovisual e videogames. Para a Fundação Telefônica, a reflexão sobre inovação na educação é estratégica para sua atuação nos nove países ibero-americanos onde está: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Venezuela, Peru, Equador e Espanha.
 
Além disso, Fundação Telefônica e OEI firmaram acordo, com duração de 10 anos, comprometendo-se a estudar, assessorar e promover práticas educativas voltadas para a melhoria da educação na América Latina. No médio prazo, a ideia é disseminar os resultados da pesquisa como forma de fomento de conhecimento nessa temática, a fim de beneficiar outros atores das áreas sociais e da educação.
Teoria e contexto
O Programa Educarede, desenvolvido pela Fundação Telefônica na área da educação, já trabalha com as TIC visando à melhoria da qualidade do ensino. “Partimos do princípio de que inovação é algo que agrega educação, tecnologia e sociedade, gerando impacto social, produção de novos conhecimentos e influência em políticas públicas educacionais, mas queríamos uma pesquisa que apontasse um panorama teórico e de contexto, assim como um repertório de experiências inovadoras em curso”, afirma Gabriella Bighetti, diretora de Programas da Fundação Telefônica.
As fontes utilizadas na pesquisa foram sites governamentais, de organismos internacionais, organizações não-governamentais de educação e comunicação, iniciativas da sociedade civil, fundações, institutos e iniciativas sem fins de lucro, pesquisas acadêmicas, encontros e congressos, fóruns temáticos, perfis no Twitter, prêmios, além de consulta junto a especialistas brasileiros sobre indicações de projetos inovadores.
O estudo foi realizado em âmbito nacional, junto à educação formal brasileira nas esferas pública e privada, no ensino básico (fundamental e médio), envolvendo as telas digitais – TV, Internet, celular e videogame, conectadas na rede.
Foram identificados 64 projetos inicialmente considerados relevantes. Destes, 26 foram caracterizados como realmente inovadores, de acordo com os critérios determinados pela pesquisa, que envolveram aspectos da qualidade na educação, da integração das TIC e das tendências tecnológicas, como entornos colaborativos, meios sociais, conteúdos abertos e tecnologias móveis, entre outros.
Ao final, 11 projetos foram estudados de forma mais criteriosa e quatro foram considerados de vanguarda e sofreram uma análise aprofundada, sendo objeto de discussão durante o seminário, juntamente a outras quatro experiências. São eles: Cartografias de Sentidos nas Escolas, realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte; Fractal Multimídia: objetos de aprendizagem, do Colégio Estadual Embaixador José Bonifácio, de Petrópolis, no Rio de Janeiro; Experimentação remota como suporte a ambientes de ensino-aprendizagem, desenvolvido em Araranguá, pela Universidade Federal de Santa Catarina; e Olimpíadas de Jogos Educacionais, da empresa Joy Street em parceria com o Centro de Estudos de Sistemas Avançados do Recife e pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco.
“Tais experiências foram selecionadas ou porque equilibram de modo satisfatório qualidade educativa, integração das TIC e tendências tecnológicas, ou porque se destacam em alguma dessas dimensões”, afirma Márcia Padillha, coordenadora do IDIE e da pesquisa. Segundo ela, impõe-se hoje, para a educação, a formação de cidadãos críticos e participativos para atuarem e se desenvolverem em entornos tecnológicos em constante movimento. “Esta demanda embute mudanças na relação ensino/aprendizagem e diferentes habilidades e competências dos agentes envolvidos, a fim de que alunos e professores possam experimentar conteúdos curriculares mais significativos e estratégias que possam contribuir para que todos continuem aprendendo e atuando na sociedade do conhecimento”, completa a pesquisadora.
 
O Seminário
O Seminário Fundação Telefônica de Inovação Educativa acontecerá nesta quarta-feira, dia 15, entre 9h30 e 18h, no auditório da Telefônica, à rua Martiniano de Carvalho, 851, São Paulo. A inscrição é gratuita, com vagas limitadas, e pode ser feita pelo hotsite do evento: www.inovacaoeducativa.com.br, por meio do qual também será realizada transmissão ao vivo. No Twitter, será possível acompanhar as discussões pela hash tag #FTinovadores.
 
A programação prevê a apresentação da pesquisa pela manhã. À tarde, serão realizadas duas mesas redondas, com oito cases inovadores, os quatro identificados pela pesquisa, mais a rede social Minha Terra e o Grupo Educar na Cultura Digital, realizados pelo programa EducaRede; o projeto Wikimapa, desenvolvido pela Rede Jovem no Rio de Janeiro; e o Minha Vida Móbile, projeto cultural e educativo da Vivo, realizado em Minas Gerais, Bahia e São Paulo. Para encerrar, a cantora Malu Magalhães fará um pocket show.
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Fundação Telefônica promove seminário sobre inovação educativa
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