Saltar para o menu de navegação
Saltar para o menu de acessibilidade
Saltar para os conteúdos
Saltar para o rodapé
Apostamos na força transformadora da educação, conectando pessoas ao conhecimento.

Brincadeiras educativas, capacitação de jovens, construção de hortas e discussões sobre como integrar pessoas com deficiência nos mais diversos espaços estiveram entre as atividades desempenhadas por colaboradores voluntários do Grupo Telefônica

#Voluntariado#VoluntariadoDigital

Imagem reúne 24 dos mais de 4.000 colaboradores da Vivo que atuaram na Semana dos Voluntários em novembro. Na montagem aparecem frames do rosto dos 24 colaboradores, que participaram de ações voluntárias de maneira 100% digital.

A Semana dos Voluntários mobilizou 4.745 voluntários em 50 cidades de todas as regiões do Brasil, impactando a 47.660 pessoas. Em milhares de atividades voluntárias realizadas pela primeira vez de forma totalmente digital, visando a segurança de todos, os participantes promoveram diversos tipos de trocas em 64 instituições. Desde oficinas de capacitação para jovens que estão ingressando no mercado de trabalho, até debates sobre inclusão de pessoas com deficiência e momentos de recreação com crianças, adolescentes e idosos.

“É importante podermos atuar juntos em algo social. Fazer o bem a quem é impactado é uma oportunidade de trabalhar, de colaborar em uma atmosfera diferente do dia a dia. A gente cria empatia e coloca uma dedicação ainda maior. Nada substitui o contato físico, mas o digital vem para ajudar e complementar. Além do conteúdo que geramos, queríamos aproximar pessoas com pessoas”, afirmou Christian Gebara, presidente da Vivo, durante o evento.

Em sua 16ª edição no Brasil, o Dia dos Voluntários Telefônica foi transformado na Semana dos Voluntários, com atividades acontecendo entre 7 e 13 e novembro.. Durante o evento, colaboradores da Vivo se dedicaram a trabalhos voluntários online de causas variadas em todas as regiões do país. A mobilização é parte de uma iniciativa global que aconteceu em 26 países onde o Grupo Telefônica atua e, em todas as localidades, as atividades também ocorreram totalmente digital por conta do contexto trazido pela pandemia e tendo em vista a prioridade de manter em segurança voluntários e beneficiados.c

E cada um se dedicou ao máximo para tornar a semana especial. No Instituto Solidare, que capacita e qualifica jovens em situação de vulnerabilidade, em Recife (PE), houve um incentivo aos profissionais da instituição. Os colaboradores voluntários escreveram a mão cartas motivacionais para apoiar e reconhecer o esforço de todos neste ano tão particular.

Em outra ação que procurou aproximar pessoas do Brasil inteiro pelo voluntariado digital, foi promovida uma Troca Cultural na Casa do Cristo Redentor, de São Paulo (SP). Por meio de vídeos curtos, os voluntários apresentaram pontos turísticos, falaram sobre alimentação e aspectos culturais de suas cidades para ampliar a visão dos jovens assistidos pela instituição. Além disso, foi também entregue a reforma do refeitório do local.

Confira a seguir outras atividades promovidas na Semana dos Voluntários:

 

Inclusão é a chave para uma sociedade mais justa

Na live Vamos falar de inclusão?, educadores da Associação Catarinense para a Integração do Cego (ACIC), de Florianópolis (SC), falaram sobre inclusão a partir da vivência e de reflexões trazidas por pessoas com deficiência visual.

A pedagoga Inês Berlanda, que há 10 anos atua no atendimento de habilitação para crianças com deficiência visual, falou aos colaboradores que a inclusão se constrói com foco na diversidade vislumbrando possibilidades e respeitando as singularidades.

“A inclusão é construída com uma multiplicidade de mãos. Começa quando a família matricula o filho no ensino regular e dá voz para a criança. Envolve desde o porteiro, até o auxiliar, os gestores e o professor. Não é algo que chega pronto, mas fruto da ação e atuação de todos. Se não fosse assim, não teríamos tantas conquistas na história”, afirmou.

Para Igor Zucchi, formado em Educação Física e atuando há 19 anos com Educação Inclusiva, entender a diversidade entre as pessoas com baixa visão – há pessoas que não enxergam nada, outras que enxergam melhor durante a noite e também as que não têm visão periférica – dá uma dimensão do que é de fato construir uma sociedade inclusiva. Só chegaremos a uma sociedade mais igualitária ao mudarmos de atitude.

“A gente não quer acessibilidade para um grupo restrito, mas na concepção de produtos, ambientes, programas e serviços. Para que sejam pensados para serem universais, sem a necessidade de adaptação específica. É, primeiro, não atrapalhar e perguntar se a pessoa quer ajuda, entender como ajudar. É não evitar as pessoas. Conviva e viva a diversidade!”, resumiu.

Já pela Associação Beneficente Dikaion, localizada em Piraquara (PR), a coordenadora social Josy Ferraz conduziu uma palestra para ensinar colaboradores voluntários algumas expressões básicas em Libras, a Língua Brasileira de Sinais. Ela começou ensinando o alfabeto, de A a Z, e frases como “Bom dia”, “Oi, Tudo bem?”, além de cumprimentos como “Feliz Natal”, “Feliz Ano Novo” e “Feliz Páscoa”. A intérprete também explicou conceitos importantes da linguagem, como o cuidado em coordenar o gesto com a expressão do rosto.

 

O esporte e a lição da Seleção Brasileira de Futsal Down 

Além de contar com uma participação mais do que especial do DJ Alok, na abertura da Semana dos Voluntários, foi também entre os associados da Associação para o Desenvolvimento Integral do Down (ADID) que aconteceu uma palestra com convidados como o técnico e jogadores da Seleção Brasileira de Futsal Down que foram campeões mundiais em 2019.

O treinador Cleiton Monteiro contou que iniciou esse movimento pela inclusão por meio do esporte há 15 anos e que o caminho passa por superar barreiras como a falta de informação e o preconceito. “Hoje a gente consegue mudar isso, mostrar que existe a seleção brasileira. Lembro que fui a primeira pessoa a bater na porta do Corinthians. Depois vieram clubes como  Santos, Ituano, Ponte Preta e viramos referência mundial, mesmo com as dificuldades. O maior desafio foi mostrar para a família que o seu filho é capaz!”, declarou.

Mauricio Carvalho, organizador do time de futsal down da Ponte Preta e pai do Rafael, que atua na equipe, contou que o projeto, que existe há 5 anos e é totalmente voluntário, tem feito a diferença na vida das famílias e dos jovens que se envolvem no esporte. “Os jovens não vêm com manual, mas têm pais, irmãos e profissionais aliados que nunca desistem! Os pais relatam a melhora no comportamento em todos os sentidos e a gente tem como meta continuar incentivando novos times em todas as modalidades esportivas”, contou.

Por fim, Duda Vale, que é mãe do Eduardo, fã do Cruzeiro e praticante de vários esportes como natação, deixou seu depoimento: “Na verdade por desconhecimento as pessoas vem deficiência como incapacidade. Por outro lado, os olhares estão mudando. As portas poderiam estar mais abertas, mas elas estão se abrindo e tenho confiança de que poderemos encher estádios, como aconteceu no mundial da seleção brasileira”.

Educação e inclusão no mercado de trabalho 

O Instituto Ana Rosa foi uma das instituições em que a educação e a inclusão no mercado de trabalho estiveram no centro das atenções. As atividades envolveram oficinas de temas como design thinking, programação, desenvolvimento de estratégias digitais e financeiras, além da distribuição de kits sustentáveis que foram montados pelos voluntários e a readequação e compra de equipamentos para espaços como a sala lúdica.

Para a sponsor Adriana Lika, a forte adesão a atividades como os cursos de podcast e programação mostram a importância de se aproximar dos jovens: “com alunos que vão ingressar no mercado de trabalho, a gente vê que cada dica, cada informação pode ajudar”.

Já Maria Lucia, presidente do instituto, agradeceu em nome dos jovens e funcionários da instituição. “Para os jovens que estão na fase de entrar no mercado de trabalho faz muita diferença falar com pessoas, saber de outras experiências. Essa troca de vivências é muito boa pra eles. Todos ficaram muito encantados e engajados!”, declarou.

 

Brincadeiras educativas, show de talentos e música

Em duas instituições, a Escola Rener Caram – localizada em Santo André (SP) e na Chácara das Flores – localizada em Mauá (SP), os voluntários levaram muito a sério a hora de brincar! A imaginação rolou solta e uniu brincadeiras a atividades educativas. Teve a criação de jogos com material reciclável, explicação e demonstração de origami e muito desenho, com as crianças soltando a imaginação e também participando de oficinas para a criação de mangá.

Mais do que estimular passatempo, as atividade lúdicas desenvolvem habilidades socioemocionais nas crianças e foram inspiradas pela plataforma Vivo Brincar, que estimula as crianças a tirarem o foco de celulares, videogames e computadores.

Um Show de Talentos agitou a instituição Nova 4E, que atende a pessoas com deficiência. Com atrações que foram da dança a imitações de apresentadores famosos, todos se empenharam muito para transmitir alegria e criar momentos que renderam boas risadas. Ainda teve a apresentação de um sarau e o agradecimento das mães, momentos que emocionaram a todos que acompanhavam a transmissão remotamente.

Em outra ação que envolveu arte, voluntários interagiram os idosos atendidos pela Casa dos Velhos Irmã Alice, de Guarulhos (SP), em uma oficina musical animada, mesmo sendo a distância, na qual os participantes tocaram instrumentos e cantaram.

Cuidado com o meio ambiente e bem-estar 

A conscientização sobre o meio ambiente por meio da promoção de atitudes sustentáveis e do contato com a natureza também esteve presente. Em Belém (PA), a Associação Colorindo a Vida oferece assistência psicossocial e hospedagem a pacientes com câncer infanto-juvenil e seus acompanhantes. Uma arquiteta paisagista palestrou sobre a construção e manutenção de hortas e, em um momento lúdico, as crianças plantaram sementes de plantas como o feijão.

A Casa do Vovô Nestor, localizada em Campinas (SP), recebeu o plantio de mudas de verduras e legumes em vasos feitos de material reciclado. Cada colaborador voluntário fez o cultivo inicial em sua casa e apadrinhou cinco crianças, que receberam as plantas para continuar cuidando e acompanhando o crescimento. “Desde as primeiras mudas, as crianças e adolescentes mostraram um interesse incrível em querer plantar, conhecer e ver o desenvolvimento. Agora está tudo lindo e florido e eles entenderam que isto é deles!”, afirmou a educadora Luanda.

Já no Rio de Janeiro (RJ), foram promovidas entregas de computadores e carteiras, além da arrecadação de recursos financeiros para a Escola Municipal República da Colômbia, que atende 641 estudantes do Ensino Infantil e Fundamental. Além disso, os voluntários promoveram uma série de lives ao longo da Semana dos Voluntários, abordando diversos temas. Entre eles, a promoção da saúde mental, desenvolvimento de inteligência emocional, como elaborar um currículo e até mesmo uma oficina prática de yoga e outra explicando conceitos sobre reike. O encerramento ainda contou com uma banda de MPB e um happy hour online.

“Queria agradecer todo mundo que acreditou e se engajou, a Semana dos Voluntários só teve a dimensão que teve graças a cada um de vocês. Ficou latente essa possibilidade que temos de nos reinventar. A capacidade de pensar em novas ações, em como demonstrar nossa solidariedade nos mantendo seguros e garantindo também a segurança de todos os beneficiários”, discursou Americo Mattar no encerramento do evento.

Inclusão, educação e bem-estar se destacam na Semana dos Voluntários
Inclusão, educação e bem-estar se destacam na Semana dos Voluntários