Saltar para o menu de navegação
Saltar para o rodapé
Saltar para os conteúdos
Saltar para o menu de acessibilidade
Logo EnlighTedRelembre aqui o enlightED 2021

Satisfeito com o modelo de ensino "não tradicional" da 42 São Paulo, Uildo tem interesse em voltar a trabalhar com Tecnologia da Informação, área que está afastado há 17 anos.

#42SãoPaulo#42SPépravocê#Programação

Uildo posa para foto na 42 São Paulo

Uildo Soares de Araújo mora hoje em São José dos Campos (SP), mas é alagoano de nascimento. Interessou-se em participar da 42 São Paulo para voltar a trabalhar com tecnologia, área em que atuou por mais de uma década.

Com 54 anos, ele é Engenheiro Aeronáutico de formação e destaca o modelo de ensino “não tradicional” da 42 como ideal para o seu interesse, onde o aluno não pode (e não deve) se acomodar e é motivado, o tempo todo, a ir atrás do aprendizado.

Conheça um pouco mais sobre o nosso cadete, que voltou a estudar para trilhar um novo caminho profissional.

Conte-me um pouco da sua história.

Sou engenheiro de formação, mas fiz carreira na área de Tecnologia da Informação, na qual trabalhei por 17 anos. Nos últimos 11 anos, tenho trabalhado no Governo Federal e desempenho atividades que envolvem economia, direito e engenharia, ou seja, saí da área de TI.

 

Por que escolheu participar da 42 SP?

Ainda considero retornar a trabalhar com TI e vejo a 42 como um caminho bastante apropriado: flexibilidade de horário, convívio com quem trabalha na área atualmente e os desafios e aprendizados técnicos na área.

 

Quais foram suas impressões durante a fase da Piscina?

Que a parte técnica é realmente de qualidade e relevante na 42, mas que vai além disso.  Com forte ênfase nas chamadas soft skills, (competências que envolvem habilidades socioemocionais como empatia, flexibilidade e trabalho em equipe) um de seus pilares é o aprendizado que exige ter ou desenvolver a capacidade de interação eficaz com seus pares.

 

O que diferencia este lugar dos outros que já frequentou?

Quase toda minha educação foi baseada no método tradicional, centrado na relação professor-aluno. Na 42, o aluno tem que correr atrás do aprendizado, não pode se acomodar, é estimulado (e precisa) utilizar todos os recursos de aprendizado que tiver em mãos.

 

Qual foi seu maior aprendizado até o momento?

A rapidez da evolução das tecnologias e o modo de relacionamento das pessoas.

 

Além da 42 SP e da sua atuação profissional, você tem algum projeto pessoal ou algo que costume fazer nas horas vagas?

Literatura: romances policiais, ficção científica e história.

 

Você poderia dar algumas sugestões de filmes, séries, livros ou podcasts que te inspiram no dia a dia?

Considero-me um pouco desorganizado, por isso gosto de livros com personagens metódicos, ajuda a focar na organização. Um livro que me inspirou bastante foi Shibumi do autor Trevanian. Também  O Dia do Chacal de Frederick Forsyth e Os homens que não amavam as mulheres da série Millenium, que tem um jornalista como um dos personagens principais.

 

Que dicas daria para quem quer se inscrever na 42 SP?

Não pensar duas vezes e, quando estiver lá, ajudar no que puder e também pedir bastante ajuda!

“Na 42 o aluno tem que correr atrás do aprendizado, não pode se acomodar”
“Na 42 o aluno tem que correr atrás do aprendizado, não pode se acomodar”