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ESTUDO ANALISA O IMPACTO DA PROGRAMAÇÃO NA EDUCAÇÃO, EMPREGABILIDADE E MERCADO DE TRABALHO.
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As três novas eletivas do Programa Pense Grande Tech interligam Matemática, Ciência e Dados e apoiam professores do Ensino Médio. Três novos cadernos gratuitos sobre essas temáticas agora integram a Coleção Tecnologias Digitais. Saiba mais!

#Educadores#PenseGrandeTech#TecnologiasDigitais

Imagem mostra uma professora usando um notebook, enquanto quatro jovens estudantes estão ao seu lado acompanhando o que ela está fazendo. Todos são brancos e estão sorrindo

O que inclusão social, pensamento computacional e letramento digital têm em comum? Antes de mais nada, são elementos essenciais para a implementação de uma Cultura Digital na educação pública. Por isso, são as temáticas escolhidas para serem abordadas nas novas eletivas do programa Pense Grande Tech, da Fundação Telefônica Vivo.

“Definitivamente, as novas eletivas trazem um olhar apurado para as ciências, as matemáticas e o uso de dados. Os temas estão interligados, e os materiais apoiam os professores em seus respectivos contextos, num estímulo para desenvolver as competências digitais junto a diversos componentes curriculares”, reforça Lia Roitburd, Gerente de Projetos Sociais – Ensino Médio e Políticas Públicas da Fundação Telefônica Vivo.

Como o Pense Grande Tech trabalha as eletivas? 

A fim de contribuir para o desenvolvimento de competências digitais em educadores e estudantes, o Pense Grande Tech apoia as redes de ensino com as eletivas na implementação do Novo Ensino Médio por meio da formação continuada de professores, da oferta de conteúdos relacionados às Tecnologias Digitais e de parcerias exclusivas com Secretarias de Educação. Saiba mais!

Em 2021, foram lançados seis cadernos da Coleção Tecnologias Digitais, criada para contribuir com o fomento da cultura digital nas escolas. Além disso, apoiar a formação continuada de educadores no contexto do Novo Ensino Médio. Os seis cadernos reúnem conteúdos e sequências didáticas sobre temas como pensamento computacional, programação, narrativas digitais e robótica sustentável.

Agora, a Coleção Tecnologias Digitais ganha mais três cadernos com 32 planos de aula em cada um e materiais complementares alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Além disso, os educadores das redes de ensino públicas parceiras poderão incluí-las nas trilhas de formação híbrida do segundo semestre de 2022.

“Isso é importante para ajudar as redes no processo de implementação da Cultura Digital  — competência cinco da BNCC — , garantindo que todo estudante desenvolva as habilidades necessárias para o mundo atual, com as complexidades e  extraordinárias possibilidades que as tecnologias nos oferecem”, complementa Lia.

Como são elaboradas as eletivas do Pense Grande Tech? 

Em primeiro lugar, os temas são debatidos pela equipe da Fundação Telefônica Vivo e do Instituto Conhecimento para Todos, parceiro executor do Pense Grande Tech – Eletivas. Como regra geral, todas as eletivas precisam ser pertinentes para o cotidiano dos educadores brasileiros e estar conectadas à Cultura Digital.

“Atualmente, não existem muitos materiais gratuitos que trazem um olhar detalhado para a prática pedagógica. Sendo assim, nossa preocupação é trabalhar as tecnologias digitais como um meio, trazendo propostas flexíveis para adaptação com ou sem infraestrutura tecnológica”, explica Mônica Mandaji, presidente do Instituto Conhecimento para Todos.

Dessa forma, cada eletiva parte de um embasamento teórico e propõe a construção de um objeto final de aprendizagem. Nesse sentido, os 32 planos de aula e materiais complementares podem ser trabalhados de acordo com o nível de desenvolvimento dos estudantes.

Conforme a turma vai avançando, o educador tem a liberdade de aprofundar ou não discussões dentro da temática abordada. “É como se o material fosse uma casca de cebola. Ou seja, o educador pode determinar as camadas com autonomia e flexibilidade”, acrescenta Mônica.

Conheça, abaixo, as propostas de cada eletiva e os três novos cadernos:

 

Tecnologias para Empoderar – Inclusão Digital para Inclusão Social 

Intitulada “Tecnologias para Empoderar – Inclusão Digital para Inclusão Social”, essa eletiva tem como objetivo geral conectar a cultura digital aos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Organizações das Nações Unidas (ONU).

Nesse sentido, a trilha formativa reforça o compromisso de pensar a tecnologia como instrumento de transformação social. A proposta é criar um RPG (roleplaying), termo em inglês que se refere a um jogo de interpretação de papéis.

A partir de uma proposta lúdica, os estudantes vão se basear na realidade do próprio território para resolver problemas e missões com o uso de elementos como narrativas digitais, pensamento computacional, análise de dados, programação e robótica sustentável.

“Acima de tudo, buscamos resgatar a ideia de que a escola também pode ser um espaço divertido e significativo. Ao passo que todas as eletivas tangenciam uma mudança sob a perspectiva do indivíduo em diálogo com seu território”, explica Mônica Mandaji.

Eureka! Pensamento científico em sala de aula 

O ensino de Ciências contribui não apenas para a construção do pensamento científico, mas também para o desenvolvimento de sujeitos conscientes e responsáveis pela produção de soluções tecnológicas nas sociedades digitais.

Por isso, a eletiva “Eureka! Investigar, descobrir, conectar, criar e refletir” foi buscar no modelo STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática)  elementos que estimulam professores e estudantes a vivenciarem desafios passando pelas etapas de investigação, descoberta, conexão, criação e reflexão.

A metodologia STEAM surgiu nos Estados Unidos na década de 1990. Ela prevê a integração dos conhecimentos das áreas permitindo ao estudante usá-las para a resolução de problemas diários e preparar para desafios como cidadão e para o mercado de trabalho.

Além de despertar o interesse dos jovens pelas carreiras científicas, a eletiva busca proporcionar aos estudantes contato com processos e práticas da investigação científica.  A fim de que eles sejam capazes de intervir na sociedade a partir dos saberes já existentes nos territórios onde vivem.

Elementar, meu caro! Dados geram mudanças 

Diante de um contexto no qual o volume de dados cresce exponencialmente, aprender a interpretar, analisar e comunicar dados leva à tomada de decisões mais assertivas. Sendo assim, o letramento digital é uma habilidade cada vez mais essencial para os estudantes do século XXI.

Sob o mesmo ponto de vista, a eletiva “Elementar, meu caro! Dados geram mudanças” surge como uma estratégia para auxiliar as escolas brasileiras a trabalharem a educação em dados a partir de situações cotidianas e desafios que analisam a realidade local.

Em homenagem ao primeiro cientista de dados da literatura, Sherlock Holmes, a trilha formativa busca recolher informações em diferentes mídias e bases de dados. Bem como conhecer as pessoas e o contexto do território no qual o estudante está inserido.

Isto é, a intenção é que o estudante compreenda a importância de ter base sólida para a construção de elementos argumentativos que fazem a diferença na construção de futuros agentes de mudança, empreendedores e cidadãos.

Conheça as novas eletivas e os conteúdos gratuitos que promovem a cultura digital nas escolas
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