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Saiba como contribuímos para digitalizar a educação pública e promover a solidariedade.

Para fortalecer a formação de educadores, realizamos uma série de cursos e produzimos conteúdos de apoio ao processo de ensino e aprendizagem. Relembre nossas iniciativas!

#Educação#Educadores#ProFuturo

Professora usa um laptop e sorri para a foto. Ela é uma mulher negra e usa uma blusa verde com estampa de flores

Repensar as práticas pedagógicas, a partir do uso das tecnologias na educação, foi essencial para professores durante o ano de 2021. E a pandemia serviu para acelerar essa necessidade. Por isso, foi fundamental fortalecer a formação de educadores de maneira continuada, no intuito de contribuir para o desenvolvimento dos próprios e dos estudantes.

O uso da tecnologia como aliada nos processos de ensino e aprendizagem também
mostrou a necessidade dos educadores estarem alinhados às competências do século 21. Além de proporcionar um novo olhar aos jovens, que tornaram-se cada vez mais protagonistas nessa jornada.

Confira em nossa retrospectiva os conteúdos, as formações e as iniciativas realizadas pela Fundação Telefônica Vivo, além de exemplos de boas práticas e experiências inspiradoras que apoiaram educadores de todo o Brasil!

Educação Antirracista foi tema de publicação inédita

Por que precisamos falar sobre educação antirracista? Qual é o papel do professor para garantir a efetivação da Lei nº 10.639? Essas questões, essenciais à escola e à sociedade, foram abordadas na publicação digital “Escola para Todos: promovendo uma educação antirracista”.

A proposta da obra surgiu após inúmeras edições do curso homônimo, criado em 2014, para a plataforma de formação continuada de professores Escolas Conectadas. A formação segue acessível na plataforma, conforme o calendário disponível no site.

Ao longo dos anos, educadores de todo Brasil e de diferentes etapas da Educação Básica foram certificados com o curso e formaram um vasto acervo de práticas de educação antirracista. A partir de um olhar atencioso ao material, foram organizadas temáticas que podem ser ajustadas aos variados contextos escolares do país.

O lançamento da publicação foi realizado durante um encontro on-line. Lia Glaz, gerente de Educação da Fundação Telefônica Vivo, mediou o debate que contou com a participação da escritora Conceição Evaristo – referência no tema antirracismo – e de Carolina Chagas Schneider e Fernanda Chagas Schneider, autoras da publicação. Relembre o evento aqui!

Formação de educadores: cursos gratuitos

A plataforma Escolas Conectadas possui diversos cursos gratuitos, mediados e autoformativos, voltados para educadores. A iniciativa faz parte do ProFuturo, programa global de educação da Fundação Telefônica e da Fundação “la Caixa”, que incentiva a formação a distância e o compartilhamento de conhecimento entre educadores.

Em 2021, além de oferecer formações inéditas, reunimos curadorias de várias áreas de interesse para apoiar professores e engajar os estudantes. Dentre os compilados temáticos, destacaram-se os 7 cursos para criar vínculos entre estudantes e educadores, 5 cursos para abordar a Ciência com estudantes e 5 cursos para abordar o Meio Ambiente.

Entre os lançamentos do ano, tivemos os cursos sobre Ensino Híbrido, BNCC: inspirações para criar e aprender, Como contar histórias com recursos multimídia e Programação como forma de trabalhar a criatividade e produção autoral. Formações sobre Saúde mental dos educadores e conservação da biodiversidade brasileira também fizeram parte dos temas abordados. Acesse os links e saiba mais sobre cada um!

Alfabetização esteve entre as maiores preocupações

Tanto as crianças que chegaram às séries iniciais quanto os cerca de 11 milhões de brasileiros que nunca aprenderam a ler e a escrever compartilharam um mesmo contexto: a pandemia. Com as escolas e centros educacionais fechados por quase dois anos, mais de 5 milhões de crianças e adolescentes ficaram sem acesso à educação.

“De todos os anos escolares, sinto que a Educação Infantil e os primeiros anos do Ensino Fundamental foram os mais impactados [pela interrupção das aulas presenciais]”, lamenta a professora e pedagoga Marina Salva, da rede municipal de ensino de Canoas (RS).

Marina foi convidada pelo portal TRILHAS para adaptar o jogo Batalha dos Nomes para o Ensino Remoto, com o intuito de motivar os alunos na fase de alfabetização. O jogo consiste em comparar o tamanho dos nomes dos animais representados nas cartas.

Como complemento à formação continuada de professores alfabetizadores, o portal TRILHAS também indicou atividades lúdicas por meio de conteúdos digitais.

Reconhecendo a alfabetização e, sobretudo, o letramento como processos que dependem de interações sociais, a Fundação Telefônica Vivo promoveu a live Alfabetização pós-pandemia: recuperando aprendizagens e sonhos. O encontro pontuou o engajamento dos estudantes e a formação continuada dos educadores como prioridades para a retomada das aulas presenciais.

Já a matéria saiba qual a diferença entre alfabetização e letramento explicou a distinção entre os dois conceitos e porquê compreendê-los ajuda a aprimorar a prática pedagógica.

Formação em Projeto de Vida e Empreendedorismo

Professores do Ensino Médio também tiveram que se adaptar ao contexto da pandemia para conseguirem fazer o que mais amam: educar. A persistência, a inovação e a inspiração foram os caminhos percorridos por eles para motivar os estudantes durante o período de isolamento social.

Para contribuir com essa proposta, foi realizada em Sergipe a formação de multiplicadores em Projeto de Vida e Empreendedorismo Social do Programa Pense Grande, da Fundação Telefônica Vivo, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura de Sergipe e o Instituto Paramitas, parceiro executor do Programa no território.

O objetivo foi que os educadores aplicassem os conteúdos e práticas aprendidas durante a jornada formativa junto aos jovens do Ensino Médio, tendo a missão de utilizar a metodologia em realidades distintas e apoiar o desenvolvimento integral dos jovens.

Alguns exemplos de iniciativas inspiradoras surgiram dos educadores sergipanos, que reinventaram suas práticas durante a pandemia. Durante a formação de multiplicadores, especialistas também destacaram como o acolhimento pode contribuir para o regresso às escolas de forma segura e saudável.

Além disso, os profissionais tiveram momentos de escuta e de troca para cuidarem do impacto emocional gerado pela pandemia. Em um dos bate-papos, a dra. Milena Aragão, psicóloga, mestre e doutora em Educação, abordou como superar em equipe os abalos emocionais trazidos pelo distanciamento social. Já o psicólogo João Paulo Feitoza destacou em um webinário como a equipe escolar deve ser sensível a todos os percalços enfrentados pelos professores durante os últimos meses.

Cultura Digital na educação

A importância da cultura digital na educação ganhou destaque em todo o país por conta da urgência do Ensino Remoto durante a pandemia e, também, pela inclusão das tecnologias digitais no currículo escolar. Agora, a competência faz parte da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) implementada para o Ensino Médio. No estado do Amazonas, por exemplo, houve um incentivo da cultura digital na educação para engajar professores e estudantes.

Com o intuito de fomentar a cultura digital no território para além da internet, a SEDUC-AM, o CEPAN, o Centro de Mídias de Educação do Amazonas (CEMEAM) e a Fundação Telefônica Vivo, juntamente com o parceiro executor Instituto Conhecimento Para Todos, se uniram para levar os cursos em Tecnologias Digitais, que fazem parte da oferta formativa do programa Pense Grande, para cerca de 2.250 educadores da região.

A formação dos profissionais teve como base os cadernos da Coleção de Tecnologias Digitais em cursos de Pensamento Computacional, Narrativas Digitais, Programação Desplugada e Robótica Sustentável.

No estado do Mato Grosso do Sul, a Fundação Telefônica Vivo, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Mato Grosso do Sul (SED) e o Instituto Conhecimento para Todos, também realizou formações digitais em Pensamento Computacional e Narrativas Digitais para profissionais de Educação. O objetivo foi mostrar como o pensamento computacional e a lógica de programação estão presentes no dia a dia das pessoas e no ambiente escolar.

Coleção Tecnologias Digitais
A Coleção de Tecnologias Digitais fortaleceu a formação continuada de professores por meio de seis cadernos com temas da cultura digital, organizados em 32 aulas conceituais e mão na massa, direcionadas a estudantes dos territórios brasileiros.

São conteúdos e sequências didáticas que se relacionam a elementos do cotidiano, auxiliando no diálogo com os jovens e no desenvolvimento de competências exigidas pelo século XXI, como trabalho e projeto de vida, repertório cultural, empatia, cooperação, responsabilidade e cidadania. Conheça todos os cadernos que compõem a Coleção!

Retrospectiva 2021: formação de educadores e apoio às práticas pedagógicas
Retrospectiva 2021: formação de educadores e apoio às práticas pedagógicas