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Saiba como contribuímos para digitalizar a educação pública e promover a solidariedade.

Relembre as iniciativas que noticiamos e entenda como a solidariedade ajudou o país a enfrentar a pandemia este ano

#Inclusão#ProgramadeVoluntariado#Voluntariado

“Somos seres coletivos, vivemos e sobrevivemos em grupos. Diante de uma crise aguda como essa, nos reconhecemos no outro em condições que ameaçam a nossa existência”, afirmou a psicóloga Cristiane Andrade sobre como a pandemia incentivou a solidariedade.

Durante todo o ano, surgiram diversas iniciativas de apoio às populações mais vulneráveis em todo o Brasil. Desde ações individuais, até mobilização de empresas, que angariaram recursos e ofereceram apoio aos seus colaboradores e à sociedade, mesmo em tempos economicamente imprevisíveis.

Na retrospectiva abaixo, mostramos como a solidariedade e a inclusão foram essenciais para o país durante a pandemia.

Confira as iniciativas apoiadas ou organizadas pela Fundação Telefônica Vivo, além de exemplos de pessoas físicas ou instituições que realizaram ações para ajudar a população.

Solidariedade: na linha de frente da pandemia

Em janeiro, a região do Amazonas conviveu com recordes de mortes, internações e casos confirmados de Covid-19 e ainda passou por um colapso no sistema de saúde devido à falta de oxigênio nos hospitais.

Diante desse cenário, a Fundação Telefônica Vivo executou uma ação emergencial de apoio ao estado, fazendo um aporte de R$ 150 mil para a compra de equipamentos médicos, como concentradores de oxigênio. A ONG Expedicionários da Saúde (EDS) foi escolhida como parceira responsável pela compra e logística dos insumos.

Para aumentar o montante da doação em apoio ao Amazonas, a Fundação mobilizou os colaboradores da Vivo por meio do Game do Bem, a plataforma gamificada de voluntariado digital. Com a participação dos colaboradores, a meta de missões realizadas no Game do Bem foi atingida com sucesso. Consequentemente, o valor da primeira doação foi duplicado, chegando a R$ 300 mil. Relembre como foi essa mobilização.

A coleta de sangue voluntária feita pelos hemocentros passou por um período de baixa de estoque e se agravou durante a pandemia. Para incentivar a doação, explicamos nesta matéria como funcionam os protocolos de doação de sangue, indicamos postos de coletas e ressaltamos como alguns mitos e notícias falsas podem prejudicar esse trabalho.

Combate à fome

Em 2021, o Mapa da Fome voltou a incluir o Brasil entre os países que concentram 5% da população em condição de insegurança alimentar. Mais de 125 milhões de brasileiros (59,6%) enfrentaram desde a diminuição na quantidade de alimentos até a falta de acesso a eles.

Tal impacto fez despontar um movimento de solidariedade entre diferentes setores que exerceram papel importante na luta contra a fome. Veja como as iniciativas comunitárias ajudaram a combater a fome no Brasil.

Pelo mesmo motivo, lideranças comunitárias e gestores de programas de voluntariado corporativo se reuniram para discutir soluções colaborativas e efetivas de enfrentamento. O CBVE (Conselho de Voluntariado Empresarial) realizou o webinário “Fome e pandemia: o papel do voluntariado corporativo”. O objetivo foi inspirar os programas de voluntariado das associadas a responderem às necessidades dos territórios de forma colaborativa e efetiva.

A Fundação Telefônica Vivo se juntou, ainda, à organização Gerando Falcões para realizar a campanha “Unidas no combate à Fome”. A ação fez parte de uma série de iniciativas da Vivo no combate aos efeitos da pandemia. As doações beneficiaram mais de 60 mil famílias em situação de vulnerabilidade social em 12 estados brasileiros, alcançando um número equivalente a 15 mil cestas básicas.

Além disso, empreendedores também exerceram papel importante na luta contra a fome. Conheça algumas dessas histórias.

Voluntários em prol de causas sociais

Qual causa social te move? Desafios para tornar o mundo um lugar melhor não faltam. Em 2021, pessoas e instituições agiram em diferentes áreas da sociedade para fazer a diferença de alguma forma e praticar a solidariedade.

“Unidos somos mais fortes”. É esse lema que move o jovem Acacio Reis a transformar vidas por meio da música, de maneira voluntária. Ele é fundador da Unidos de Paraisópolis, escola de música que estimula, gratuitamente, o desenvolvimento social e artístico de crianças e jovens na segunda maior favela de São Paulo. Nesta matéria, conheça mais sobre sua trajetória.

Quando o assunto é maternidade, a Associação Amparo Maternal é exemplo de atuação. “O nosso lema é nunca rejeitar ninguém, mantendo a missão de acolher a gestante de forma humanizada, prestando assistência social e à saúde materno-infantil”, explica a irmã Euza Maria de Almeida, presidente da Amparo Maternal. No Dia das Mães, a Fundação Telefônica Vivo apoiou a instituição realizando uma campanha de financiamento coletivo. Conheça mais sobre a Associação e saiba como foi a iniciativa!

Já o grupo Mães pela Diversidade, que oferece suporte e informação para pais e mães de pessoas LGBTQIA+, contou com o esforço voluntário de mães e pais para transformar o mundo com informação, orgulho, combate a todas as formas de preconceito e acolhimento.

Para apoiar e reconhecer os catadores de materiais recicláveis, a área de Sustentabilidade da Vivo realizou a campanha Recicle com a Vivo. A ação estimulou a coleta de lixo eletrônico e o descarte correto em pontos de coleta. Além disso, a Fundação Telefônica Vivo, por meio do Programa de Voluntariado, convidou os voluntários da empresa a realizarem 2 mil missões sustentáveis na plataforma Game do Bem. Saiba mais!

Outra ação realizada pela Fundação Telefônica Vivo foi o Resgate Solidário no Dia das Crianças, em prol da campanha “Seja Presente”, da organização Visão Mundial. Clientes da Vivo, por meio do programa Vivo Valoriza, realizaram resgates de vouchers solidários, que foram revertidos em uma doação para a campanha. A partir da contribuição, serão implementados espaços lúdicos e seguros em oito escolas públicas nas regiões de Recife (PE), Inhapi (AL) e Fortaleza (CE), beneficiando 13.000 crianças.

Parte de uma iniciativa global do Grupo Telefônica, a 2ª edição do Desafio Esportes Solidários também mobilizou colaboradores em 2021. A ação transformou a soma de cada passo percorrido pelos participantes, no período de três semanas, em uma doação para crianças, jovens e adolescentes. A soma de quilômetros foi proporcional ao aporte que a Fundação Telefônica Vivo realizou para a causa da Aldeias Infantis – SOS no combate à fome. No total, foram R$ 50 mil revertidos em cestas básicas e kits de higiene para famílias em situação de vulnerabilidade social, em Manaus (AM).

Combate à pobreza menstrual
A pobreza menstrual é um problema que afeta pessoas que menstruam e que não têm acesso a meios seguros para garantir a própria higiene. Para ajudar a combater essa questão, dois Comitês de Voluntariado de São Paulo fizeram ações de conscientização na Afesu – projeto que atende mais de 600 meninas e jovens na região sul da cidade. Foram doados absorventes reutilizáveis às jovens assistidas pela instituição e realizada uma palestra sobre menstruação e saúde feminina.

Já o Comitê de Campinas realizou uma campanha de doação de absorventes para a instituição Desabrochar Vermelho, em parceria com a Casa da Criança Vovô Nestor. A ONG atende 60 meninas de 12 a 17 anos. O objetivo da ação foi reduzir o impacto da ausência dessas jovens na escola em alguns dias do mês, devido à falta de absorventes. Por meio da campanha, foram doados a cada jovem kits contendo um pacote de absorventes, sabonete, rolo de papel higiênico e lenços umedecidos.

Solidariedade e tecnologia

A tecnologia foi aliada da sociedade em atividades como trabalho, estudo, comunicação e saúde. Nesse sentido, especialistas acreditam que ela pode ter motivado mais pessoas a praticarem a solidariedade a distância, por meio do voluntariado digital.

A modalidade surgiu antes da pandemia, mas deve seguir como tendência nos próximos anos. Afinal, encurta distâncias, potencializa o alcance de ações e pode impactar positivamente milhares de pessoas. Mais do que isso, é uma prática segura em que é possível se conectar a diferentes causas sem sair de casa.

Em outubro, 5.251 colaboradores da Vivo participaram do Dia dos Voluntários Telefônica (DVT), que chegou à sua 17ª edição. Em um único dia, foram realizadas diversas atividades em 64 projetos de 55 cidades brasileiras. A maioria das ações aconteceu por meio do voluntariado digital. Entretanto, atividades presenciais também fizeram parte da programação. Pela primeira vez, em 20 lojas da Vivo no estado de São Paulo os colaboradores fizeram uma mobilização exclusiva como parte de uma campanha do “Outubro Rosa”. Na ação, os clientes tiveram acesso a um informativo elaborado com apoio do Instituto Protea, que atua na prevenção do câncer de mama. Dentre as principais causas das instituições que participaram este ano do DVT, 61% dos projetos beneficiados tiveram como foco a educação.

A inserção de idosos na tecnologia também aumentou durante esse período. Surgiram muitas pessoas dispostas a ensiná-los como enviar mensagens e utilizar a internet e as redes de forma segura e independente. Conheça algumas iniciativas nesta matéria.

Solidariedade e educação: desenvolvendo competências e compartilhando conhecimento

Mais do que fazer o bem a uma instituição, a um grupo de pessoas ou a uma comunidade, as atividades voluntárias contribuem no desenvolvimento de competências e habilidades em quem se propõe a doar seu tempo e compartilhar seus conhecimentos.

E foi sob esse viés que o webinar Voluntariado de Competências: ultrapassar a pandemia e gerar impacto social debateu estratégias para engajar colaboradores e agregar valor e propósito a programas de voluntariado de empresas.

Pelo trabalho de referência no Terceiro Setor, o Centro Social Carisma, em parceria com a Fundação Telefônica Vivo, realizou o workshop on-line Fortalecimento Institucional para ONGs. O objetivo foi contribuir para o desenvolvimento de outras organizações sociais, mostrando os caminhos possíveis para a concretização de seus propósitos. Saiba como foi!

Em tempos de Covid-19, a oportunidade de criar conexão entre os indivíduos e o coletivo também representou uma oportunidade de ressignificar experiências, resultando em uma possibilidade de transformação.

A empreendedora social Beatriz Diniz descobriu essa potência na prática no ato de escutar. E como resultado, criou o projeto Cruzando Histórias para humanizar os currículos e conectar as pessoas que precisam trabalhar às que precisam contratar. Saiba mais sobre essa história inspiradora!

Do mesmo modo, estimular a capacidade de escuta e a empatia dentro do ambiente escolar foi a chave para fortalecer a coletividade. E o voluntariado foi apenas uma das maneiras de reforçar esses valores, incentivando ações de participação social. Conheça algumas escolas que estimularam a prática voluntária em 2021 e uma comunidade escolar que construiu um laboratório de ciências com a venda de tampinhas plásticas.

O podcast da série “Educando para Transformar” falou sobre o trabalho voluntário na formação dos jovens. Ouça o episódio!

Já uma iniciativa realizada pela área de Negócios da Vivo contemplou workshops direcionados ao mercado de trabalho e ao universo das telecomunicações, além de ofertas de emprego. A ação beneficiou pessoas atendidas pelo projeto social Inglês para Nossa Gente (IPNG), que oferece aulas de inglês para crianças e adultos em regiões de vulnerabilidade em São Paulo.

Relembre também o projeto New School, de inclusão e de incentivo à educação, idealizado pelo jovem João Paulo Malara. Ele contou com o trabalho de voluntários para promover cursos, oficinas e workshops baseados em habilidades do futuro como programação, empreendedorismo e liderança voltado para estudantes de periferias.

Retrospectiva 2021: solidariedade e inclusão foram essenciais para o país
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