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ESTUDO ANALISA O IMPACTO DA PROGRAMAÇÃO NA EDUCAÇÃO, EMPREGABILIDADE E MERCADO DE TRABALHO.
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Os voluntários Telefônica passaram um dia inteiro de muita festa – e muito trabalho também – nas atividades de recreação das crianças do Lar Altair Martins!

Ação da Fundação Telefônica terminou em festa!

 

Cerca de 300 voluntários Telefônica passaram um dia inteiro de muita diversão – e muito trabalho também – nas atividades de recreação das crianças do Lar Altair Martins, enquanto os outros colegas voluntários cuidavam da revitalização da instituição no dia 2 de outubro. As atividades aconteceram no Projeto Anchieta, que fica bem próximo da instituição, onde as crianças das duas entidades se reuniram para muitas brincadeiras.

Na programação, além dos brinquedos que encheram o ambiente de alegria, como pula-pula, cama elástica, piscina de bolinhas, touro mecânico e tobogã, os voluntários também fizeram maquiagem artística, oficina de brinquedos com material reciclado, teatro de pallhaços, oficina de percussão e de origami. Tudo foi pensado e planejado com muito carinho para oferecer um dia muito especial para toda a garotada, inclusive a oficina de bambú, na qual voluntários e adolescentes trabalharam na construção de móveis.

As amigas Danielle Piza e Maria de Lourdes Castro Nogueira, analistas de negócios da Telefônica SP, buscaram nesta atividade ter uma experiência diferente com as crianças e oferecer muito carinho e atenção. Danielle tem uma filha de 5 anos e Lourdes tem um netinho com 1 ano, “mas conviver com crianças diferentes e ver uma realidade diferente da nossa nos torna mais solidários” disse Lourdes.

Os voluntários estão ficando craques no tema da recreação, e a cada ano capricham um pouco mais nas surpresas para as crianças. Um dos voluntários se vestiu de Kiko, ou melhor, “incorporou” o personagem e fez um enorme sucesso entre a garotada. Aliás, não faltou criatividade nas alegorias de grande parte dos voluntários.

A engenheira Raquel Batista Silva, da gerência de Planejamento, que ainda não é mãe, disse que esta experiência será inesquecível. “O sorriso da criança é único, transforma o dia ou qualquer outro sentimento ruim que possa existir. Foi um dia indescritível este que tivemos no Projeto Anchieta.”

E quem pensa que só as mulheres gostam de passar o dia com as crianças está enganado. Os amigos João Carlos Perssinotti e Ronald Valvassori, ambos da gerência de Gestão de Manutenção, na cerimônia de encerramento traziam um cansaço estampado no rosto, mas com um olhar de felicidade. Esta foi a segunda participação da dupla no Dia dos Voluntários, que revitalizou a oficina de marcenaria na edição passada. Desta vez eles escolheram a recreação para experimentar um “lado mais humano” do projeto, disseram. “Foi uma experiência inigualável. Imaginávamos dar carinho a elas, mas tivemos uma troca que foi impressionante. A criança retribui de forma sincera, honesta, e é muito fácil conseguir uma integração, criar laços. E elas também percebem se a nossa atenção não for sincera. Criança não se engana com isso, não”, afirmou Ronald.

Nas demais cidades que participaram do Dia dos Voluntários – Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre e Rio de Janeiro – as atividades de recreação também fizeram grande sucesso entre a criançada. “Esta é uma das atividades mais concorridas e esperada pelos voluntários, pois o trabalho com as crianças também exige um esforço físico imenso, mas é muito compensador”, diz Viviane Viana Pereira, responsável pela atividade de recreação no Comitê dos Voluntários.

Por Lucy De Miguel  |  Vetor Comunicação

Um dia inteiro de festa para cerca de 800 crianças
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