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O voluntariado exige habilidades como gestão de recursos e capacidade de lidar com decisões. Não é de se surpreender que também ajude nas novas lideranças, né?

A gestão dentro do voluntariado ajuda a desenvolver aptidões importantes para o dia a dia do trabalho.

Longas reuniões de planejamento, palavras de incentivo, mão na massa e brilho nos olhos. Essa poderia ser a descrição da rotina de um gerente ou diretor em um dia de trabalho proveitoso, mas também pode ser o de um gestor coordenando uma ação voluntária. A liderança dentro de uma prática social faz parte do cotidiano de muitos funcionários e empresas, que abdicam parte do seu dia a dia para se tornarem agentes transformadores de realidades. E o resultado disso, para muitos deles, tem sido uma significativa evolução de suas habilidades de liderança, fundamentais dentro de qualquer espaço corporativo.

A prática de envolver os funcionários em ações sociais começou nos Estados Unidos em meados de 1970, com a pressão do governo e da sociedade para que as empresas desenvolvessem políticas de envolvimento com a comunidade local. Essa linha de pensamento migrou para o Brasil nos anos 1990, com a instalação de multinacionais em solo nacional, além do crescimento do número de ONGs. O comprometimento social de uma empresa mostra sua preocupação com o entorno, e também serve como uma boa promoção para a marca, segundo Ruth Goldberg, em seu artigo Como as Empresas podem Implementar Programas de Voluntariado.

A participação dos colaboradores nos projetos sociais da empresa gera motivação no ambiente interno, o que é muito eficaz na gestão de pessoas dentro da rotina diária. O voluntariado exige habilidades como trabalhar em equipe, gestão de recursos escassos e capacidade de lidar com decisões emergenciais, mas que precisam ser bem planejadas. Desenvolver essas aptidões é benéfico para a equipe e para a carreira do colaborador que se vê mais motivado.

O Programa de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo entende essa necessidade e adotou um modelo junto ao seu Comitê de Voluntariado que estimula e propicia a capacitação de seus integrantes.

Os Embaixadores são responsáveis pela gestão geral da região onde atuam, fazendo a ponte entre seus colaboradores e a Fundação. Os líderes de comitê estimulam a ação dentro de seu município ou cidade, acompanhando os voluntários da região. Cada um é engrenagem fundamental para o maquinário social da governança.

Jairon Barbosa Gomes atuou como líder de comitê de 2011 até 2014. Quando entrou na empresa, já tinha um histórico de envolvimento social, então se interessou de imediato pela Campanha de Natal. Em 2012, com o início dos comitês voluntários no Brasil, tornou-se responsável pelo de Marabá. “Participar do Programa de Voluntariado me trouxe benefícios imensuráveis e me fez crescer, ampliar o meu repertório de atuação social, compreender a realidade do outro e aprofundar essa compreensão humana da existência e da riqueza das diferenças no mundo”.

O programa também ajudou Jairon a trilhar um bem-sucedido caminho profissional: “Trazer esse olhar antropológico e social para o ambiente corporativo fez toda diferença na minha postura e atuação dentro da empresa. Atuar no Programa de Voluntariado me trouxe uma bagagem e experiência de gestão corporativa casada com o valor de ações sociais e ensinou-me também a trabalhar com prazos, responsabilidade, profissionalismo e liderança.” Quando entrou na empresa, ele ocupava o cargo de analista de marketing em Marabá e hoje é Gerente de Loja na cidade de Redenção.

Em 2013, a Fundação Telefônica Vivo criou o Trilha de Liderança Voluntária, um programa de duração de dois anos para os embaixadores e líderes do Comitê de Voluntariado. Seu objetivo é aprimorar a liderança, desenvolvendo nos colaboradores um senso de gestão essencial para a realização de projetos sociais, capacitando-os também para que multipliquem essa metodologia.

Voluntariado contribui com o desenvolvimento de lideranças
Voluntariado contribui com o desenvolvimento de lideranças